A Fibromialgia atinge mais as mulheres que os homens, sendo que em 90% dos casos são acometidas mulheres entre 35 e 50 anos.

Até hoje a causa específica da Fibromialgia é desconhecida, e estudos apontam para a diminuição dos níveis de serotonina, o desequilíbrio hormonal, estresse e tensões, estes que podem estar ligados com seu aparecimento.

Na minha opinião, vivência e visão, a Fibromialgia está diretamente ligada com a Sobrecarga acumulada com o tempo, e ela acontece de forma silenciosa sem que se tenha a mínima consciência do que pode estar acontecendo lá dentro, no íntimo de cada um.

É muito complicado e difícil para a pessoa acreditar em algo que ela não vê, ainda mais quando tem feito o seu melhor e acredita estar bem, por isso o sofrimento só tende a aumentar e a desencadear mais forte.

O problema é que pode estar sendo acumulado mesmo estando tudo normal e bem ou não tão bem assim.

Aí é que está o grande segredo em reconhecer onde está somando e comprometendo.

Os efeitos da Somatização, o tempo e a intensidade da sobrecarga tanto mental como emocional podem contribuir para a manifestação da doença que atinge vários pontos de dor e sensibilidade no corpo que alteram, e que migram, sendo que uma hora dói perto do ombro, em outro momento próximo a lombar, e assim vai mudando como a intensidade.

E quanto mais tensa e estressada a pessoa estiver mais facilmente desencadeará dor, fadiga, falta de disposição e de energia, chegando até a depressão. Administrar as tensões no dia a dia e o estresse vão ajudar e muito na qualidade de vida e para lidar melhor com a Fibromialgia, mas o grande vilão de tudo é se preocupar com os efeitos negativos da Somatização que é silenciosa.

É preciso acalmar tanto a mente como o corpo para que ambos funcionem em harmonia, mas para isto acontecer bem terá que investir em se conhecer mais e mais e ter tempo para relaxar e desligar um pouco do mundo de fora e se conectar mais com o mundo interior.


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